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Justiça determina bloqueio de bens do Partido Progressista e de 11 políticos entre eles Arthur Lira

Investigadores haviam protocolado ação solicitando a responsabilização do partido por atos de improbidade. Veja lista de acusados, que terão 15 dias para apresentar defesa

Reprodução

Partido é o que mais tem membros enrolados na Operação Lava Jato

 

A Justiça de Curitiba determinou, nesta sexta-feira (7), o bloqueio dos bens do Partido Progressista e de mais 11 políticos ligados à legenda. Em decisão, o juiz Friedmann Anderson Wendpap, da 1ª Vara Federal, determinou a indisponibilidade de R$ 477 milhões. Desses, R$ 9,88 milhões foram do PP.

Há 16 dias, a força-tarefa da Operação Lava Jato protocolou uma ação civil solicitando a responsabilização do partido por atos de improbidade administrativa.

Esta é a primeira vez que uma sigla investigada pelos desvios de dinheiro da Petrobras é culpada por crimes cometidos no âmbito da operação. Também foi solicitado o pagamento de uma multa civil no valor de R$ 1,3 bilhão.

O juiz definiu como alvos do bloqueio imóveis, automóveis e ativos financeiros. Os acusados terão 15 dias para apresentar a defesa prévia.

Veja os nomes envolvidos na ação:

Deputados federais

– Nelson Meurer (PP-PR): R$ 78,8 milhões
– Mário Negromonte Júnior (PP-BA): R$ 2,733 milhões
– Arthur Lira (PP-AL): R$ 7.767.776,96
– Otávio Germano (PP-RS): R$ 10,04 milhões
– Luiz Fernando Faria (PP-MG): R$ 8,16 milhões
– Roberto Britto (PP-BA): R$ 8,16 milhões

Ex-deputados federais

– Pedro Henry (PP-MT): R$ 800 mil
– João Pizzolatti (PP-SC): R$ 124.055.758,32
– Mário Negromonte (PP-BA): R$ 166.921.262,16

Ex-tesoureiro do PP

– João Carlos Genu: R$ 12,8 milhões

Divulgação congressoemfoco

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