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STF inocenta deputado Cícero Almeida na “máfia da merenda” por falta de provas

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o arquivamento do inquérito que investigava o envolvimento do ex-prefeito de Maceió e deputado federal, Cícero Almeida, na “máfia da merenda escolar”. A decisão foi publicada no Diário Eletrônico do STF no dia 02 de agosto deste ano.

A decisão do ministro Luís Roberto Barroso – que é relator da ação – diz que os elementos colhidos não apontam liame subjetivo que possa indicar a participação de Almeida nas irregularidades apontadas.

Para que fosse arquivado o inquérito, Luís Roberto acolheu o parecer do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que inocentava Cícero Almeida por falta de provas.

Em entrevista à Rádio Gazeta, o deputado federal afirmou que estava que tinha suspendido o contrato com a empresa que prestava serviço para merenda escolar e que ela havia sido denunciada.

Segundo Almeida, após a suspensão do contrato, surgiu uma ação no Ministério Público e ele acabou sendo citado, mas que sempre esteve com a consciência tranquila.

Saída do partido

Almeida disse em entrevista à rádio, que tinha deixado o PMDB, mas que sempre teve compromisso com o Renan Filho e Renan Calheiros. “Tenho um compromisso aberto com os dois, o PMDB tem recebido recursos do Governo Federal e que beneficiam Alagoas”.

Além disto, Cícero também ressaltou que não tem partido e que nunca traiu ninguém.

Discussão dentro do avião

O deputado disse que uma Procuradora do Estado, identificada como Rosana Moreno, teria discutido com ele dentro do avião na última quinta-feira (03). “Ela deu um show particular e fez questão de gritar dizendo que era Procuradora, infelizmente eu tenho certeza de que ela não deveria ter agido da forma que agiu. Eu entrego ela a Deus e que Jesus Cristo tome conta dela”, disse Almeida.

Segundo Cícero, devido ao voto contra o arquivamento da denúncia do presidente Temer, ele foi “execrado” nas redes sociais e pela procuradora.

Temer

Almeida disse que nunca participou de nenhuma reunião com Temer e afirmou ter sido decente no voto contra o arquivamento da denúncia do presidente, onde ele votou não. Segundo o próprio Almeida, “seria um ato de covardia votar contra Temer se os ministros alagoanos estão ajudando o Estado”.

Cícero também informou que ele votou para preservar o Estado, mas que quem tá pagando caro é ele. “Eu não me arrependo”, enfatizou.

Deputado estadual

Conforme Cícero, a política não é apenas para fazer o mal, mas sim para fazer o bem. “Não vai ser em uma votação de um presidente que não vai jogar minha história fora, se a população quiser, eu volto como deputado estadual”.

Para finalizar, Almeida ressaltou que Brasília não foi e não está sendo uma experiência boa. “Seis meses positivo para o Brasil e de lá pra cá só guerra”.

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