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Sindpol denuncia condições das carceragens onde ficam presos de Delmiro e região

Sindpol denuncia condições das carceragens onde ficam presos de Delmiro e região
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Presidente do Sindicato esteve nesta semana visitando a reforma da Delegacia da cidade e o Posto Policial em Barragem Leste onde estão custodiados os presos.

O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) denunciou as condições das carceragens onde ficam os presos de Delmiro Gouveia e região. Atualmente a carceragem funciona no Distrito de Barragem Leste praticamente na divisa com a Bahia.

 

Segundo o presidente Ricardo Nazário, o Posto da Polícia Militar tornou uma cadeia. “Além dos militares o posto agora serve para os policiais civis custodiarem presos sem nenhuma segurança e o mais grave é que fica afastado de Delmiro Gouveia, ficando localizada praticamente no Estado da Bahia.” Destacou o presidente.

 

Ele frisa que as obras da Casa de Custódia de Delmiro Gouveia (antigo prédio da delegacia regional) estão com atraso e não tem previsão para inauguração, prejudicando, dessa forma, o trabalho dos policiais civis das cidades circunvizinhas.

 

O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) constatou que a Delegacia Geral transferiu os policiais civis de Piranhas (que teve a carceragem da delegacia interditada em virtude da ação do Sindicato e da Defensoria Pública contra as precárias condições) e da delegacia regional de Delmiro Gouveia para o Posto da Polícia Militar no Povoado de Barragem Leste.

 

“O resultado disso foi que as cidades de Delmiro Gouveia e de Piranhas ficaram com menos policiais civis para dar andamento às investigações dos crimes. Se a Casa de Custódia de Delmiro Gouveia fosse entregue, isso não iria ocasionar tantos problemas à categoria. Os policiais civis iriam ficar em Delmiro Gouveia, trabalhando nos crimes, como também os policiais civis de Piranhas”, relata o presidente do Sindpol, Ricardo Nazário.

Transtornos

 

Iniciada em 4 de setembro de 2017, a obra da Casa de Custódia de Delmiro já passa do prazo de entrega de seis meses sem data de conclusão.

 

O presidente do Sindpol, Ricardo Nazário, constatou o estado de abandono da construção. Os entulhos se aglomeram em toda a área da antiga delegacia, prejudicando a população e os policiais civis.

 

Com a lentidão das obras, os policiais civis, que trabalham nas delegacias das cidades circunvizinhas, como Inhapi, Canapi, Piranhas e Delmiro Gouveia continuam em desvio de função com a custódia de presos, ao invés de estarem investigando e elucidando os crimes na região.

 

O presidente do Sindpol cobra do Governo do Estado celeridade nas obras e compromisso com a Polícia Civil e com a segurança pública.

 

radar89

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