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“Nunca foi sorte, sempre foi Exu”, diz Paulinho com ouro olímpico

“Nunca foi sorte, sempre foi Exu”, diz Paulinho com ouro olímpico
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De família com forte ligação com o Candomblé e a Umbanda, Paulinho rompe com o estereótipo da religião na seleção, onde a maioria dos atletas são cristãos e boa parte evangélicos.

Autor do quarto gol da vitória por 4 a 2 na estreia da seleção brasileira nas Olimpíadas de Tóquio, quando simulou uma flecha para homenagear o orixá Oxóssi, o atacante Paulinho agradeceu a mais uma entidade das religiões de matriz africana pela conquista do ouro olímpico neste sábado (7) no Estádio Internacional de Yokohama.

“Nunca foi sorte, sempre foi Exu”, publicou o jogador nas redes com a medalha.

De família com forte ligação com o Candomblé e a Umbanda, Paulinho rompe com o estereótipo da religião na seleção, onde a maioria dos atletas são cristãos e boa parte evangélicos.

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