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Golpismo em nome de Deus: o papel de grupos e líderes evangélicos no 7 de setembro

Golpismo em nome de Deus: o papel de grupos e líderes evangélicos no 7 de setembro
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Todo tipo de incentivo vem sendo usado por alguns religiosos fanáticos para levar o rebanho aos atos em defesa das aspirações autoritárias de Jair Bolsonaro. Veja a compilação de delírios e manipulações

Para quem não vive dentro da bolha bolsonarista fica difícil entender o emaranhado de teses e argumentos desconexos e confusos que embasam a defesa intransigente de um presidente abertamente autoritário e que leva a cabo o mais caótico governo da história, que mergulhou o país numa instabilidade permanente e numa crise econômica e social sem precedentes.

O Brasil segue se esfarelando, mas o discurso de fidelidade a Bolsonaro persiste para alguns e agora serve de instrumento para inflar os atos de caráter golpista fomentados pelo presidente para o próximo Dia da Independência. Mesmo dentro desse turbilhão de insanidades, um público particularmente usa de mecanismos perigosos para controlar seus seguidores e levá-los às ruas: os evangélicos.

A reportagem da Fórum foi colher alguns argumentos, além de teorias e declarações, que alimentam o engajamento de fiéis evangélicos aos atos de 7 de setembro, sobretudo pentecostais e neopentecostais. Neles é possível perceber delírios, esperteza, retórica inflamada e muita manipulação.

Um vídeo de pouco mais de três minutos, de um pastor angolano não identificado, circula pelas redes bolsonaristas e vem sendo usado para cooptar fiéis dispostos a comparecer aos atos golpistas convocados por Bolsonaro.

Revistaforom

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