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VIOLÊNCIA SEXUAL Após exame raro em placenta, polícia prende padrasto que engravidou menina de 12 anos

VIOLÊNCIA SEXUAL Após exame raro em placenta, polícia prende padrasto que engravidou menina de 12 anos
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A Polícia Civil do DF deteve o homem graças ao exame de DNA, através do confronto genético entre os fragmentos de placenta e o sangue do suspeito

Graças a um exame raro, realizado pela medicina forense brasileira apenas em cinco ocasiões, a Polícia Civil do Distrito Federal (DF), depois de quase um ano de investigações, prendeu um homem acusado de estuprar e engravidar a enteada de apenas 12 anos.

A menina estava com 22 semanas de gestação, quando teve Covid-19 e sofreu um aborto por trombose, em agosto de 2021. O homem fugiu de casa depois do episódio, porém, acabou sendo localizado e preso, no Gama, região administrativa do DF.

Investigadores da 35ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho II, informaram que tomaram conhecimento do caso há um ano, por intermédio do Conselho Tutelar.

“Nos disseram que havia uma criança de 12 anos grávida com paternidade desconhecida. No decorrer das investigações, tivemos imensa dificuldade em esclarecer o caso. Já que a família e a vítima não colaboravam”, disse o delegado Laércio Carvalho, em entrevista à coluna Na Mira, no Metrópoles.

O teste é de difícil execução e necessita de técnicas de última geração

Depois que a menina sofreu o aborto, a equipe da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) foi até a maternidade do Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e apreendeu fragmentos da placenta.

O material biológico foi armazenado no Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA), da PCDF, para confronto genético. Os investigadores solicitaram, então, amostras biológicas do padrasto.

O exame de DNA foi realizado através do confronto genético entre os fragmentos de placenta e o sangue do suspeito. Em seguida, foram encontrados perfis genéticos compatíveis com a condição de paternidade do homem em relação ao feto. O padrasto foi localizado e preso. Ele confessou o crime e foi autuado por estupro de vulnerável.

A polícia destacou que a técnica usada para o esclarecimento do caso é rara e de difícil execução. Para realizar o exame foram empregadas técnicas de última geração. Conforme a PCDF, o teste foi realizado pela medicina forense brasileira apenas cinco vezes.

 

Revista Forum

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