Alexandre de Moraes manda polícia militar acompanhar na próxima segunda a expulsão da família Caiado das terras quilombolas invadidas em Santo Antônio do Descoberto

Família Caiado é humilhada

Será que agora o governador Ronaldo Caiado e seus parentes vão escalar o mesmo batalhão da Polícia Militar que, em agosto de 2025, acompanhou a covarde derrubada de casas de famílias pobres na comunidade quilombola Antinha de Baixo, em Santo Antônio do Descoberto?

A justiça federal determinou, nesta quinta-feira (29), que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) realize uma inspeção na comunidade na próxima segunda-feira (2).

A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ordenar a retirada imediata dos irmãos Caiado do local.

• Remoção dos Caiados

Os servidores do TJGO deverão apurar se os moradores conseguiram retomar suas casas, como determinou o STF, ou se pessoas ligadas aos irmãos Caiado ainda permanecem ocupando residências e terrenos.

Também será verificado se houve demolição de casas, destruição de vestígios territoriais e outras irregularidades, além da coleta de depoimentos sobre ameaças, intimidações e registros feitos junto às polícias Civil e Militar.

• PM na retirada

A decisão determina ainda que a Polícia Militar de Goiás seja oficialmente escalada para acompanhar a operação de desocupação e garantir a retirada completa da família Caiado, desta vez não para proteger invasores, mas para assegurar a segurança da comunidade quilombola e o cumprimento da ordem judicial.

Em agosto de 2025, moradores relatam que um batalhão da Polícia Militar foi deslocado para acompanhar a derrubada de casas simples, feitas com o suor de famílias humildes.

• Abuso dos Caiados

No centro do escândalo está Breno Caiado, desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás, acusado de usar o peso da toga para legitimar decisões regionais favoráveis à ocupação.

Capangas dos Caiados que tocam o terror com perseguições, destruição de moradias, furtos de animais, ameaças e um clima permanente de medo. A ordem do STF prevê multa diária de R$ 50 mil para qualquer tentativa de nova invasão, intimidação, turbação ou esbulho.

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