Indicação de Jorge Messias ao STF foi rejeitada no Senado por 42 votos contrários e 34 favoráveis. É a primeira rejeição em 132 anos
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), Guilherme Boulos, classificou a rejeição ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) como “chantagem política”. A manifestação foi divulgada nesta quarta-feira (29/4), minutos após o Senado votar contra a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF”, escreveu o ministro em publicação na rede social X. “O Senado sai menor desse episódio lamentável”, complementou.
A manifestação de Boulos foi a primeira, entre os ministros do governo Lula.
O nome do advogado-geral da União, indicado para ocupar a cadeira deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso no Supremo, foi rejeitado no Senado por 42 votos contrários e 34 a favor.
Esta foi a primeira vez que uma indicação ao STF foi rejeitada em 132 anos. O caso mais próximo na história é o de Cândido Barata Ribeiro, principal
O episódio marca uma derrota para o governo Lula e uma vitória para a oposição, liderada pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
Além disso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), também saiu vitorioso na votação. Isso, porque o senador resistiu à indicação de Jorge Messias e defendeu o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para a vaga.
Redação com metropoles




