Para o MPRS, os crimes aconteceram enquanto a vítima recebia auxílio na casa paroquial onde o réu exercia suas funções em Guaíba
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) condenou, na última terça-feira (26/5), um padre de 44 anos a 18 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, por ter cometido abuso contra uma criança de 9 anos ao longo de quase três meses no estado. O indivíduo foi sentenciado pelos crimes de estupro de vulnerável e de armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
O réu é Diego da Silva Correa, que já se encontrava preso e não poderá recorrer em liberdade. De acordo com o Ministério Público (MPRS), os crimes aconteceram enquanto a vítima recebia auxílio na casa paroquial onde o réu exercia suas funções em Guaíba, Região Metropolitana de Porto Alegre, durante as enchentes que afetaram o Rio Grande do Sul em 2024.
No cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência paroquial, foram localizados, em dispositivos eletrônicos do padre, arquivos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, armazenados em aparelhos mantidos em seu quarto.
Na sentença, a Justiça reconheceu a materialidade e a autoria dos crimes, destacando a consistência das provas reunidas ao longo da investigação.
Redação com metropoles




