Sancho Loko, que foi preso por lesão corporal, fraude processual e falsidade ideológica, foi derrotado por nocaute técnico no boxe contra atleta LGBTQIA+ Stanley “O Máscara” O policial militar e influenciador digital Marcionilio Sancho Cambuhy Junior, conhecido nas redes sociais como Sancho Loko, foi derrotado por nocaute técnico pelo boxeador gay pernambucano Stanley “O Máscara”. A luta ocorreu no início do mês, durante a primeira edição da Liga Monstro Combate (LMC), realizada em Curitiba, mas sempre vale à pena rever. O confronto, disputado na categoria peso casado de 90 kg, terminou no quarto round após o árbitro interromper a luta em razão do forte sangramento sofrido por Sancho Loko e da superioridade técnica demonstrada pelo adversário. Nocaute técnico
Stanley dominou o combate desde os primeiros assaltos, aplicando knockdowns ao longo da luta até conquistar a vitória por nocaute técnico. O duelo rapidamente repercutiu nas redes sociais e foi eleito a melhor luta do card pelos canais oficiais da Liga Monstro Combate.
Além do resultado esportivo, o confronto ganhou destaque pelo perfil dos atletas. Stanley “O Máscara” representa a comunidade LGBTQIA+, enquanto Sancho Loko se tornou conhecido nas redes sociais por publicar conteúdos sobre sua rotina como policial militar e defender pautas de segurança pública alinhadas ao discurso de “linha dura”.
Investigado por crimes durante abordagens
A derrota ocorre poucos meses após Sancho Loko se tornar alvo de uma investigação conduzida pelo Ministério Público do Paraná.
O policial foi preso em uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura a suposta prática de crimes como tortura, lesão corporal, fraude processual e falsidade ideológica durante abordagens policiais.
Posteriormente, o Tribunal de Justiça do Paraná concedeu habeas corpus ao policial, substituindo a prisão preventiva por medidas cautelares. Entre elas estão o recolhimento domiciliar no período noturno e aos fins de semana.
A defesa de Sancho Loko nega as acusações e sustenta que o policial é inocente no processo criminal.
Redação com revista forum




