Segundo a PF, as investigações apontaram que o grupo mantinha um laboratório clandestino para produzir cédulas falsas

Ao todo, foram cumpridas 24 medidas cautelares, sendo 14 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal.
As ordens judiciais foram executadas nas cidades de João Pessoa e Mogeiro, na Paraíba; Paulista, Abreu e Lima, Caruaru e Igarassu, em Pernambuco; e Lages, em Santa Catarina.
Segundo a PF, as investigações apontaram que o grupo mantinha um laboratório clandestino para produzir cédulas falsas e controlava toda a cadeia criminosa, desde a compra dos insumos utilizados na falsificação até a distribuição do dinheiro para compradores em diferentes estados do país.
Ainda de acordo com a corporação, a organização utilizava redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços postais para divulgar e comercializar as cédulas falsas. A investigação identificou movimentações financeiras de valores elevados relacionadas ao esquema.
Além do crime de moeda falsa, a Polícia Federal apurou indícios da prática de outros delitos, como organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro.
Os investigadores também identificaram ligações do grupo com a negociação de veículos roubados e clonados, tráfico de entorpecentes e circulação de armamentos.
De acordo com a PF, a Operação No Fake busca interromper a produção e a circulação de dinheiro falso, desarticular a estrutura logística da organização criminosa, responsabilizar os envolvidos e reduzir os impactos da atividade ilícita sobre a economia.




