Delegado Fábio Costa explica pedido de impeachment de Alexandre de Moraes e relembra trajetória

O deputado federal por Alagoas, Delegado Fábio Costa, explicou por que assinou o pedido de impeachment do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Segundo o parlamentar, as novas denúncias envolvendo o caso do Banco Master e a suposta ligação apontada entre o ministro e Daniel Vorcaro são graves e precisam ser esclarecidas. “Eu assinei o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes porque as novas denúncias que vieram à tona hoje são gravíssimas para o Supremo simplesmente fingir que nada aconteceu”, afirmou Fábio Costa.
O deputado declarou que não pretende recuar diante das denúncias e criticou o que considera abusos de autoridade. “Eu não cheguei até aqui para baixar a cabeça diante de tantos abusos de quem se acha intocável. Eu não vou me acovardar, até porque ninguém pode estar acima da lei”, disse. Fábio Costa também fez críticas aos gastos públicos e afirmou que é preciso cobrar responsabilidade daqueles que ocupam cargos de poder. “Enquanto o brasileiro luta todos os dias para sobreviver, tem ministro fazendo farra com dinheiro do pagador de imposto”, declarou. Trajetória marcada por dificuldades e superação Além da atuação política, Delegado Fábio Costa destaca uma história de vida marcada por dificuldades, estudo e persistência. Ele conta que teve uma infância humilde e enfrentou muitas dificuldades, mas decidiu não se colocar como vítima das circunstâncias. “Vivi uma infância humilde, passei dificuldade, mas nunca me fiz de vítima.
Me tranquei no quarto para estudar sozinho e só saí de lá quando fui aprovado no concurso do Corpo de Bombeiros, aos 22 anos”, relatou. Aos 30 anos, Fábio Costa foi promovido por ato de bravura, uma honraria que, segundo ele, não era concedida havia três décadas em Alagoas. “Alguns me chamaram de herói, mas herói para mim só existe um: Jesus Cristo”, afirmou. Ainda atuando no Corpo de Bombeiros, ele cursou Direito e posteriormente foi aprovado no concurso para delegado da Polícia Civil. Na função, conta que participou de ações contra o chamado Novo Cangaço, grupo criminoso especializado em ataques a bancos. “Mesmo arriscando a minha própria vida, graças a Deus ajudei com a minha equipe a acabar com os assaltos a banco do Novo Cangaço em Alagoas”, destacou. Da Polícia para a política A trajetória, no entanto, também foi marcada por conflitos e dificuldades dentro da própria estrutura pública. Fábio Costa afirma que foi exonerado sem justificativa e que essa experiência o fez perceber os problemas que podem surgir quando a política é utilizada de maneira inadequada. “Fui exonerado sem nenhuma justificativa e aprendi o mal que a política nas mãos das pessoas erradas pode fazer. Para combater essa injustiça, eu precisava enfrentar o sistema por dentro”, relatou.
Em 2020, Fábio Costa foi eleito vereador de Maceió como o mais votado da cidade. Dois anos depois, em 2022, recebeu uma nova missão nas urnas: foi eleito deputado federal por Alagoas. Atuação em Alagoas Durante sua atuação como deputado federal, Fábio Costa também destinou recursos para Santana do Ipanema nas áreas de esporte e cultura. O parlamentar ainda participou da entrega de uma viatura blindada e moderna para o 7º Batalhão de Polícia Militar, sediado no município. Na Câmara dos Deputados, ele afirma que mantém como uma de suas principais bandeiras a defesa da segurança pública e o combate à criminalidade em Alagoas. Fábio Costa também destaca que sua história representa a trajetória de muitos brasileiros que enfrentam dificuldades e buscam uma oportunidade para mudar de vida. “Eu sei que tem muito lutador como eu por aí em busca de uma oportunidade. É para essas pessoas que eu quero seguir trabalhando. Essa é e continuará sendo sempre a minha maior missão”, afirmou. Agora, disputando a reeleição para a Câmara Federal, Delegado Fábio Costa busca apresentar ao eleitor alagoano sua trajetória, suas ações e a continuidade da luta que, segundo ele, começou ainda nos tempos de estudo, passou pelo Corpo de Bombeiros e pela Polícia Civil e chegou à política.

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Redação com redes socias