A festa de todos os santos e mártires é uma celebração solene da igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Dedicada a honrar todos os santos e mártires, conhecidos e desconhecidos. É a festa dos que alcançaram a visão beatífica de Deus. A festa recorda a comunhão universal dos santos, que une a Igreja Triunfante = dos santos que estão no céu; a Igreja Padecente = as almas que estão no purgatório; e a Igreja Militante = os fiéis aqui da Terra. Essa celebração foi oficialmente fixada em 1º de novembro pelo Papa Gregório III, no século VIII, inicialmente para uma capela da Basílica de São Pedro. Mais tarde estendida a toda a igreja universal, pelo Papa Gregório IV. A solenidade recorda que todos são chamados à santidade, conforme palavras de Jesus: “Sede santos, porque eu sou santo.” [1Pd 1,16].
Por que a Festa de Todos os Santos é “colada” no Dia dos Fiéis Defuntos? A consolidação do dia 2 de novembro como Dia de Finados ocorreu em 988, por Odilo, abade do mosteiro beneditino de Cluny, na atual França, que determinou que os mosteiros sob sua jurisdição dedicassem essa data à comemoração de todos os fiéis falecidos. Com o passar dos tempos a data ganhou espaço e se consolidou no calendário cristão.
Na verdade, a liturgia da solenidade de Todos os Santos e Fiéis Defuntos começa na véspera, em 31 de outubro, conhecida como “Véspera de Todos os Santos” [All Hallow’Eve]. Isso nos remete ao propalado “Halloween”, que conhecemos como o dia de ação de graças americano, em que as crianças se fantasiam de personagens míticos, e saem pelas ruas batendo nas portas, indagando: “Doces ou travessuras?”
Origem das palavras, defunto e finados. Defunto vem do Latim “defunctus” particípio passado de “defungi” que significa “cumprir”, “terminar” ou “morrer”; aquele que cumpriu ou terminou [a vida]. Finados, também vem do Latim “Finis” algo que teve seu término [no caso, a vida].
Algumas palavras tão amplamente usadas, por estes dias, quero compartilhar com os leitores o significado: Números, Hipócrita, Fuzil.
De onde vem a palavra “Números”, palavra tão utilizada, no meio midiático, nos últimos dias. Vem do Latim “Numerus” que significa “quantidade”; tem raízes no grego “nemein”, que significa “dividir” ou “distribuir”; no indo-europeu o prefixo “nem-“ também se relaciona com a ideia de distribuição. Pelo lado mitológico a palavra está ligada a deusa grega Nêmesis, que era responsável por distribuir, entre os povos, as bênçãos e castigos.
A palavra Hipócrita vem do grego “hypokrités” que originalmente significa “ator de teatro” significa fingimento ou representação teatral. Acabaria evoluindo para designar toda, e qualquer, pessoa que finge ou age com falsidade. Sempre achei que tivesse a ver com o nome do famoso médico grego Hipocrates [460-370 a.C.]. No entanto descobri, aqui, pela rede mundial de computadores, que não há relação próxima. A palavra vem de dois termos: “hipo” [abaixo]; “kreine” [decidir].
A palavra Fuzil te origem no Latim vulgar “focalis” se refere a uma pedra de fogo. Expressão que remete a “focus” que daria origem a palavra “fogo”, em português. Historicamente, o termo referia a uma peça metálica que ao ser golpeada contra uma pedra produzia faíscas para acender a pólvora nas armas de fogo primitivas. A palavra “fuzil” acabaria generalizada, para designar arma de fogo, ligada ao conceito de ignição, daquele tipo específico de arma.
Por um momento achei que, “Fuzil” tivesse algo a ver com “Fusível”, aquele dispositivo das redes elétricas. No entanto não há relação. “Fusível” vem do Latim “fusibilis” que significa “que pode ser fundido” que quer dizer “derreter” ou “ser fundido”.
Outro termo amplamente usado, que nem estava na minha lista. Porém, achei conveniente buscar sua origem: Miliciano. Vem de “milícia” do Latim “militia”: tropa auxiliar; designação genérica de organização militar, ou organização paramilitar, composta por cidadãos comuns [apelidados de milicianos ou miliciantes] com o poder de polícia, e que teoricamente não integram grupos formalmente reconhecidos pelos poderes constituídos, ou pela polícia de um país.
Ainda sobre números. É o nome do quarto livro da Bíblia, ele faz parte do Pentateuco, os cinco primeiros livros bíblicos. O tema central dele é a peregrinação do povo de Israel pelo deserto, por cerca de 40 anos. O nome vem dos dois grandes censos, contagens populacionais, ordenados por Deus.
Na sua página do Instagram “curiositathi”, a Tathi trouxe-nos a variação da grafia de alguns números. O número quatro, que escrevemos de dois jeitos: com três traços, se encontrando assim: 4, ou três traços que não se encontram, parecido com a letra “H”. Sobre o número sete, também há uma variante, escrevemos assim: 7, ou o “cortamos” com um traço horizontal. Esse “corte” seria para diferenciar do número um: 1. De acordo com a pesquisadora, as variações teriam ocorrido por conta da evolução da escrita, e dos povos que os conceberam.
Sobre o dia de finados, há alguma recomendação da igreja, sobre pessoas que estão longe de suas cidades de origem, impossibilitadas de visitarem os cemitérios onde se encontram os túmulos dos seus entes queridos? A igreja recomenda que o cristão busque momentos de comunhão espiritual. Através de oração, louvor pessoal, e a leitura da bíblia. A presença de Deus não depende de templos, memoriais e campos santos. O recolhimento espiritual pode, e deve ser uma oportunidade de crescimento interior e profundo.
REFLEXO DA REFLEXÃO. Você já observou que nós, não tomamos água direto da torneira, no entanto lavamos uma fruta com essa mesma água, e a ingerimos. Beijamos alguém na boca, no entanto achamos nojento, usar a mesma escova de dentes daquela pessoa. Não lavaríamos o rosto com a mesma água que lavamos os pés. No entanto, mergulhamos em uma piscina em que várias pessoas lavaram os pés. Isso significa que não há nada cem por cento, limpo. O que existe, de fato, é aquilo que estaremos dispostos a aceitar como natural, ou normal. Não vivemos em busca do que, realmente é limpo, mas do que realmente nos acostumamos como sendo. Assim é tudo na vida, uma pequena mentira, repetida muitas vezes, e acabamos a aceitando como verdade. Depois um conteúdo mais sério, e que você jurava que jamais aceitaria vivê-lo. No entanto foi se instalando sutilmente e hoje você aceita passivamente. A verdade é que o ser humano tem uma facilidade enorme de normalizar o que nos afasta de Deus, e da nossa essência. A palavra de ordem é: jamais perca a sensibilidade. O inimigo jamais consegue nos fazer segui-lo de uma tacada só! Faz isso aos poucos. Até que sua consciência fique silenciosa.
Sobre girassóis. Sabemos que os girassóis estão sempre voltados para o sol. Por isso, assim essa flor é chamada. Mas, e em dias nublados e de chuva o que acontece com esse vegetal? A primeira impressão que temos é que ficariam meio murchinhos, ou que se recolhessem. Mas não, o que ocorre é que os girassóis se voltam uns para os outros. É no seu semelhante que encontram a luz que tanto buscam.
PALAVRAS, PALAVRAS… LANFRANHUDO: o mesmo que carrancudo; feio; mal-humorado. ESCAGANIFOBÉTICO: estranho; esquisito; desajeitado; CARRASPANA: estado de embriaguez, bebedeira; ALVÍSSARAS: recompensa por algo perdido e encontrado; CONVESCOTE: piquenique; ÓSCULO: beijo de amizade.
COISAS QUE SÓ APRENDEMOS COM O PASSAR DOS ANOS: Não precisamos [nem devemos] agradar todo mundo; O silêncio, não é resposta; descanso não precisa ser merecido, precisa ser permitido; estar em paz vale mais que estar em evidência; não precisamos dar explicações pra quem não nos quer entender; a vida não se mede por aquilo que alcançamos, mas pelo conseguimos sentir, e nos expressar; recomeçar nunca é fracasso; felicidade não é algo concreto, mas o que sentimos.
PARA REFLETIR “A morte leva o abraço/ E deixa a recordação/ Nada preenche o vazio da morte no coração/ E a gente quer ir em frente/ Não julgue quem se revolta, porque ainda não descobriu/ Como conviver com a saudade, de alguém que já partiu/ É bom respeitar a dor/ Pois só sabe quem passou, e quem sabe o que sentiu. Poeta Silmar Melo.”
UM POUCO DE HUMOR
UM MATUTO NAMORANDO Dizendo assim pra sua namorada:
“Suas unhas: branquinha, lisinha parece as dum peba! Os seus “quartos” láigo, furnido, parece os duma póica baé! Seus cabelo parece assim com as quilina duma égua que meu avô tinha. O seu couro, é da cor de um caroço de canafístula. E seus dentes áivinho que nem goma de mandioca!
NOMES INTERESSANTES DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS
Farmácia DROGADÃO “A Drogaria do ADÃO”; Quitanda FILHOS DA FRUTA; A ERA DO GÊSSO nós fazemos seu FORRO; MEL GIBSON, o melhor Mel da cidade!
HOJE EM DIA
Paquerar virou = AFFAIR.
VALE agora virou = VOUCHER.
Dar uma Melhorada virou = UP GRADE.
TIPOS DE ALUNO
COBRA = Só passa de Ano se ARRASTANDO!
Filhote de GATO = A Mãe vem braba se tocarem nele!
Boca de SAL = A Aula inteira Pedindo pra Tomar ÁGUA!
ORQUÍDEA = Só vive no VASO!
ABSTRATO = Nunca está ALI. Mas Ele Existe!
BLACK FRIDAY = Faz TUDO PELA METADE!
“Se é dia, sou dono do mundo, filho do sol. Se é noite, eu me rendo as estrelas, em busca de um farol. Raul Santos Seixas.”
Créditos: Google.com.br; Copilot search; Al.everview.com; dalvarothi.com; silmar.melo. Insta; yasyassine. Insta; curiositathi. Insta; Matutomaimotento. Insta; Wikipédia.org.br; etimologiadapalavra.com.
Redação com professor Fábio Campos




