Governo federal trava registro de imóveis de Willer Tomaz em ilha disputada por Richarlison

O governo federal suspendeu o registro de quatro imóveis do advogado Willer Tomaz na Ilha Comprida, no Rio de Janeiro. A medida atende a um pedido da deputada Tabata Amaral e envolve uma área reivindicada pelo atacante Richarlison. Willer, amigo de Flávio Bolsonaro, é investigado no STF por lavagem de dinheiro.

O governo federal suspendeu os registros de quatro imóveis do advogado Willer Tomaz na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Um deles é a área reivindicada pelo atacante Richarlison, que disputa a posse com o advogado. Willer, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é investigado com ele no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro.

A decisão foi tomada pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos que administra os imóveis do governo federal. A medida atende a um pedido da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).

  • O governo federal paralisou o registro de 4 imóveis de Willer Tomaz.
  • Um dos imóveis é a ilha disputada pelo jogador Richarlison.
  • A suspensão atende a um pedido da deputada Tabata Amaral.
  • Willer Tomaz é investigado no STF por lavagem de dinheiro.
  • O caso ganhou destaque durante a campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro.

Medida oficial da Secretaria do Patrimônio da União

A decisão foi tomada pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), órgão do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos que administra os imóveis do governo federal. A medida atende a um pedido da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).

Disputa ganha repercussão política e nas redes

O caso ganhou repercussão durante a campanha eleitoral, quando Richarlison acusou Flávio Bolsonaro, então candidato à Presidência, de envolvimento na disputa pela ilha por causa da amizade com Willer Tomaz. Na semana passada, depois que Flávio deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, o jogador voltou a ironizar o senador e o advogado nas redes sociais.

Redação