Caso aconteceu em janeiro em Lins, interior de São Paulo; mulher de 40 anos foi presa apontada como suspeita
Amorte de Beatriz Calegari de Paula, de 26 anos, encontrada ao lado de uma piscina em uma casa de Lins (SP), passou a ser tratada oficialmente como homicídio após a prisão de uma mulher de 40 anos, apontada como suspeita no caso. A prisão temporária foi cumprida nesta terça-feira (27).
A decisão da Justiça ocorreu após a conclusão do laudo do Instituto Médico Legal, que afastou a hipótese inicial de choque elétrico e indicou afogamento como a causa da morte. O resultado da perícia mudou o rumo da investigação conduzida pela Polícia Civil.
Beatriz foi localizada caída no quintal do imóvel, vestindo biquíni, próxima ao motor da piscina e a equipamentos elétricos, o que levou, inicialmente, à suspeita de eletrocussão. O Corpo de Bombeiros chegou a desligar a energia da residência antes de verificar os sinais vitais, mas o óbito já havia sido confirmado.
Divergências
Com o avanço das investigações, a polícia identificou divergências entre o relato da amiga da vítima, que estava no local no momento do ocorrido, e os elementos técnicos reunidos pela perícia. As contradições embasaram o pedido de prisão, cuja identidade da suspeita não foi divulgada.
O inquérito é conduzido pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Lins. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, outros laudos técnicos ainda estão em produção para esclarecer completamente as circunstâncias da morte.
O sepultamento de Beatriz ocorreu no dia 17 de janeiro, no Cemitério da Saudade, em Lins.
Revista Forum




