‘Não vou fazer mais’: Apóstolo Luiz Henrique critica uso de púlpitos para política

Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa do Ceará, o parlamentar defendeu o foco exclusivo na evangelização e vetou palanque para lideranças em seus eventos.

Um pronunciamento feito na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), na última terça-feira (02/06/2026), trouxe novamente ao cenário nacional o debate sobre os limites entre religião e  política.

O deputado estadual Apóstolo Luiz Henrique (MDB) criticou abertamente a participação de  políticos em eventos religiosos e defendeu o isolamento dos templos de atividades partidárias.

‘Não vou fazer mais’: Apóstolo Luiz Henrique critica uso de púlpitos para política

Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa do Ceará, o parlamentar defendeu o foco exclusivo na evangelização e vetou palanque para lideranças em seus eventos.

Um pronunciamento feito na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), na última terça-feira (02/06/2026), trouxe novamente ao cenário nacional o debate sobre os limites entre religião e  política.

O deputado estadual Apóstolo Luiz Henrique (MDB) criticou abertamente a participação de  políticos em eventos religiosos e defendeu o isolamento dos templos de atividades partidárias.

 

De acordo com os registros oficiais da sessão plenária da Alece, o parlamentar, que também atua como líder evangélico, afirmou que os púlpitos das igrejas devem ser preservados unicamente para a pregação doutrinária.

A fala repercute em um momento em que tribunais eleitorais intensificam a fiscalização contra abusos de poder em espaços religiosos pelo país.

Durante o primeiro expediente da sessão, Luiz Henrique relembrou episódios passados em que ele próprio acabou alvo de cobranças por receber figuras públicas em eventos da sua igreja.

O deputado assegurou que reviu seus conceitos e decidiu mudar a forma de conduzir suas atividades eclesiásticas.

O deputado enfatizou que o objetivo do veto é proteger os membros das congregações contra divisões internas ou interpretações distorcidas das intenções da liderança.

Ele classificou a interferência de campanhas nos templos como “politicagem” e cobrou que os políticos exerçam suas funções restritamente nos parlamentos e governos