Em 1995, o Sertão Alagoano viveu um dos seus períodos mais difíceis. A falta de chuvas castigou a terra, secou açudes e destruiu plantações, deixando famílias inteiras sem sustento.
Nos sítios e povoados de Santana do Ipanema, a fome e a incerteza marcavam o rosto de pais e mães que já não sabiam o que colocar na mesa.
Em Santana do Ipanema, a seca era mais que ausência de chuva — era desespero. Agricultores perderam tudo, crianças sentiam fome, e o sertanejo resistia com fé e coragem, esperando dias melhores.
Foi nesse cenário que o então prefeito Nenoi Pinto, junto aos vereadores liderados por Aobélico Azevedo, organizou a distribuição de milhares de cestas de alimentos às famílias atingidas. Não era apenas comida — era dignidade, era esperança renovada.
Cada cesta entregue representava mais que mantimentos: simbolizava cuidado, presença e solidariedade. Nos rostos marcados pelo sofrimento, via-se também gratidão e alívio, mesmo que temporário.
A seca deixou dor, mas também revelou o valor da união e do amor ao próximo. Porque no Sertão, quando a chuva falta, é a solidariedade que mantém o povo de pé.
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Redação




