Seis meses antes do resultado da licitação para definir a empresa organizadora do Maceió Verão 2018, a Branco Promoções de Eventos e Editora Musical LTDA já sabia que venceria a concorrência e “vazou” em sua página oficial, no Facebook, as atrações de janeiro deste ano, incluindo as datas. A informação foi antecipada pelo portal O Fato AL
O anúncio das atrações foi em 5 de maio de 2017. E são exatamente as mesmas do festival. Ela ganhou a licitação em 29 de novembro de 2017.
A Branco Promoções de Eventos e Editora Musical LTDA é de Pernambuco, foi responsável pelo São João de Caruaru e é investigada tanto pelo Ministério Público pernambucano quanto o de Alagoas.
Os problemas são os mesmos: a forma de contratação. Em Pernambuco foi sem licitação; em Maceió, o edital foi publicado em 27 de outubro de 2017. Um mês depois, 29 de novembro, foi anunciada a empresa.
Ouvida, a Prefeitura limitou-se a dizer: “A Prefeitura de Maceió reitera a lisura e probidade no processo licitatório do Maceió Verão”; a Branco Promoções disse que a Prefeitura é quem responde pelo processo licitatório.
O Maceió Verão é um festival que acontece todos os anos, em janeiro. A ideia é que todos os sábados do mês toquem, no mesmo palco, bandas locais e nacionais.
Em 2018, porém, o formato do festival foi radicalmente alterado. Antes aberto ao público, passou a ser pago e a pista seria gratuita, com limitação na quantidade de pessoas.
Nos dois sábados, houve incidentes entre galeras ou policiais. O caso é apurado pelo MP.

Seis meses antes do resultado da licitação para definir a empresa organizadora do Maceió Verão 2018, a Branco Promoções de Eventos e Editora Musical LTDA já sabia que venceria a concorrência e “vazou” em sua página oficial, no Facebook, as atrações de janeiro deste ano, incluindo as datas. A informação foi antecipada pelo portal O Fato AL
O anúncio das atrações foi em 5 de maio de 2017. E são exatamente as mesmas do festival. Ela ganhou a licitação em 29 de novembro de 2017.
A Branco Promoções de Eventos e Editora Musical LTDA é de Pernambuco, foi responsável pelo São João de Caruaru e é investigada tanto pelo Ministério Público pernambucano quanto o de Alagoas.
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