A questão atinge praticantes do Candomblé e de setores da Umbanda

Rio – Uma comissão formada por juristas e pelo babalorixá Alabiy D’Oxalá e pelo babalaô Ivanir dos Santos se reuniu anteontem no Supremo Tribunal Federal com Marco Aurélio Mello. O ministro é relator da ação que definirá se religiões de matriz africana poderão manter o sacrifício de animais em seus rituais. A questão atinge praticantes do Candomblé e de setores da Umbanda.
Ivanir dos Santos alerta para o risco da proibição: “Se aprovarem o fim do abate religioso, vão jogar o Candomblé e a Umbanda no limbo, na clandestinidade. Vai aumentar ainda mais a intolerância religiosa”. O caso chegou ao STF por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, que é contra a prática.
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