Decano do Supremo Tribunal Federal abriu a caixa de ferramentas e soltou o verbo. Imprensa foi apontada por não reconhecer seus erros e o ex-juiz pela reduzida inteligência
Antes disso, e em conexão com o assunto envolvendo Moro, o magistrado mais antigo do Supremo aproveitou para emparedar a imprensa corporativa por seu papel irresponsável na Lava Jato, e por nunca ter pedido desculpas por suas ações deliberadamente tendenciosas frente a uma conduta que era uma verdadeira farsa, comprovada pelos documentos vazados na chamada Operação Spoofing.
“A propósito dessas idiossincrasias, também causa perplexidade, presidente, que os mesmos veículos que exaltaram a Lava Jato não tenham feito até hoje um mea-culpa ante os abusos comprovados pelos documentos da Operação Spoofing… Como todos sabem, e eu não quero constranger ninguém, muitos jornalistas importantes, hoje talvez até promovidos na mídia qualificada, eram ghostwriters de Moro e companhia… E veja, Moro precisava de ter ghostwriters, porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra tigela”, disparou Gilmar, para a perplexidade de todos.
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