Vídeo: pastor cita “câncer na garganta” ao reagir a deboches no Carnaval

O presidente da Assembleia de Deus Ministério de Perus afirmou que a denominação não buscará tribunais humanos para contestar sátiras ocorridas no Carnaval 2026.

pastor Elias Cardoso, presidente da Assembleia de Deus Ministério de Perus (AD Perus), afirmou que a instituição não moverá processos judiciais contra as escolas de samba que satirizaram a fé cristã.

O líder religioso declarou que a resposta da Igreja será baseada exclusivamente na oração e na crença na justiça divina.

Elias Cardoso defendeu que recorrer a órgãos como o Supremo Tribunal Federal (STF) ou o Ministério Público Federal é menos eficaz do que o clamor religioso.

“Melhor representação não é no STF. Não é na Justiça. É lá em cima. Direto no trono”, pontuou o pastor ao explicar que a denominação dispensa parcerias jurídicas para contestar os desfiles.

A decisão ocorre após críticas de diversos setores do mundo gospel a alas que satirizaram elementos do culto, como o falar em línguas estranhas.

O movimento de Cardoso difere de outras lideranças que sugeriram medidas legais após a exposição de fiéis em latas de conserva e ataques a figuras políticas na avenida.

 

Em sua declaração, o pastor foi enfático ao afirmar que aqueles que ridicularizaram a fé enfrentarão consequências naturais e espirituais.

Ele mencionou especificamente que o arrependimento ou a lembrança do ato virá em momentos de fragilidade física.

“Vamos orar a hora que esses homens estiver com câncer na garganta, ele vai lembrar com quem ele mexeu”, declarou o líder da AD Perus.

Segundo o pastor, as imitações feitas na Sapucaí não possuem fundamento espiritual e são consideradas por ele como “escárnio”.

Ele reforçou que a Igreja é composta por cidadãos íntegros e que o “Juiz do Supremo Tribunal Celestial” será o responsável por dar a resposta definitiva às provocações registradas no Carnaval 2026.

A manifestação de Elias Cardoso soma-se ao recente posicionamento do pastor Claudio Duarte sobre o cenário político e às críticas de Michelle Bolsonaro.

Fuxico Gospel