Abobrinha contribui para o funcionamento do intestino, auxilia no controle da glicemia e favorece a saúde dos olhos
A abobrinha é um vegetal de baixo valor calórico e rico em água, fibras, vitaminas e minerais, características que fazem dela uma aliada de uma alimentação equilibrada. Entre seus nutrientes estão vitamina C, carotenoides, além de minerais como potássio, fósforo e cálcio.
Pertencente à família das cucurbitáceas, a mesma da melancia, do melão e do pepino, a abobrinha também contém mucilagem, um tipo de fibra que contribui para o bom funcionamento do sistema digestivo.
Muito utilizada em preparações como refogados, sopas, omeletes e assados, ela se destaca pela versatilidade e pelo perfil nutricional. Um de seus principais benefícios está relacionado à saúde intestinal. As fibras insolúveis presentes no alimento aumentam o volume das fezes e facilitam o trânsito intestinal, o que ajuda a reduzir o risco de prisão de ventre. Para potencializar esse efeito, é importante manter uma boa ingestão de água ao longo do dia.
Além das fibras insolúveis, a abobrinha fornece fibras solúveis, que servem de alimento para as bactérias benéficas da microbiota intestinal. Esses microrganismos produzem ácidos graxos de cadeia curta, substâncias associadas à manutenção da saúde do intestino e à redução de processos inflamatórios, podendo beneficiar pessoas com algumas doenças intestinais.
Outro ponto positivo é o baixo teor de calorias, o que faz da abobrinha uma opção interessante para quem busca controlar o peso sem abrir mão de alimentos nutritivos.

Estudos também indicam que o consumo do vegetal pode contribuir para um melhor controle da glicemia, ajudando a evitar grandes oscilações nos níveis de açúcar no sangue após as refeições.
A abobrinha ainda fornece antioxidantes, como luteína e zeaxantina, compostos que se acumulam na retina e estão associados à proteção da saúde ocular. Essas substâncias podem ajudar a reduzir o risco de doenças relacionadas ao envelhecimento, como a degeneração macular.
Embora seja considerada um alimento seguro para a maioria das pessoas, quem apresenta suspeita de alergia alimentar ou possui restrições específicas deve buscar orientação médica ou de um nutricionista antes de incluí-la regularmente na dieta.
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