Edifício do Parque Guinle cobra de Collor na justiça mais de R$ 80 mil de condomínio atrasado

O ex-presidente cumpre prisão domiciliar acusado de corrupção na BR Distribuidora

Veja aqui mais um rolo na família do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Numa ação que corre na 7ª Vara Cível do Méier, o condomínio do Edifício Parque, que fica no Parque Guinle, em Laranjeiras, cobra do ex-presidente mais de R$ 80 mil de cotas que não foram pagas no período de abril de 2025 a abril deste ano do apartamento localizado no 11º andar.

Vazio e abandonado, o apartamento pertencia ao patriarca da família, o político e empresário alagoano Arnon Afonso de Farias Melo. Com a sua morte em 1983, o imóvel passou ao espólio e as cotas foram divididas entre a viúva, Leda, e os filhos Fernando e Pedro Collor de Mello. Com a morte de Pedro, aquele que em 1992 denunciou o irmão presidente, sua herança foi dividida entre a viúva, Maria Thereza e os filhos Victor e Fernando Lyra Collor de Mello.

O Edifício Parque pede que o ex-presidente seja intimado em Maceió, onde cumpre prisão domiciliar desde maio do ano passado. Ele foi condenado a 8 anos e 10 meses de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por envolvimento em um esquema de corrupção na BR Distribuidora, na época que a empresa ainda era estatal.

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